Indústria de auto-peças brasileira começou 2016 com quase meio bilhão de dólares no vermelho

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A balança comercial brasileira de autopeças começou 2016 com déficit de US$ 490,18. No entanto, o valor registrado em janeiro foi 34,5% menor que o do mesmo mês do ano passado. O levantamento foi feito pelo Sindicato Nacional da Indústria de Componentes para Veículos Automotores (Sindipeças) a partir de dados divulgados pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC).

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As exportações caíram 27,4% e as importações foram 31,6% menores no primeiro mês do ano. Os embarques para 122 países somaram US$ 365,64 milhões. As compras externas provenientes de 113 nações foram de US$ 855,82 milhões no período.

A Alemanha, que terminou 2015 como quarto maior fornecedor ao Brasil, inicia 2016 no topo da lista. Os Estados Unidos perderam a liderança e aparecem em segunda posição. Os japoneses iniciam janeiro no terceiro lugar entre os principais fornecedores, mesma colocação em que fecharam 2015.

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O lado oposto mostra que o Brasil continua muito dependente da Argentina para as exportações. O principal comprador de componentes produzidos no Brasil concentra 27,8% dos embarques de componentes. Os Estados Unidos mantêm o segundo lugar entre os principais destinos das autopeças brasileiras e responderam em janeiro por 18,9% das vendas externas.

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