Crise força GM a rever promessa de investir quase 7 bilhões de reais no Brasil

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A General Motors e o seu presidente mundial Dan Ammann não veem com otimismo a reconstrução do mercado automotivo no Brasil nos próximos anos. Isso porque a montadora americana já analisa suspender o aporte adicional de R$ 6,5 bilhões entre 2017 e 2019 para desenvolver aqui nova família de veículos de segunda linha para países subdesenvolvidos, anunciada em julho de 2015.

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No entanto, Ammann revisou drasticamente suas perspectivas, dizendo em entrevistas que a GM vai “reavaliar” o investimento caso não aconteçam “sinais de avanços políticos e econômicos nos próximos 6 a 12 meses”. A GM já viveu diversas crises no País, “mas o que mais nos preocupa agora é que pode não haver solução nos próximos três anos” em termos de recuperação do mercado brasileiro, que em 2015 teve retração de 23% nas vendas e este ano é esperada nova contração que pode derrubar o patamar para menos de 2 milhões de veículos pela primeira vez em uma década.

Como o plano era continuar a fazer mais do mesmo – carros sem atratividade global, só vendidos regionalmente –, o câmbio favorável para exportações também não anima a companhia. Muito pelo contrário, o executivo disse que o real desvalorizado mais atrapalha do que ajuda, pois torna mais caras as importações de componentes.

Com informações do Automotive Business

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