Líder da greve dos caminhoneiros afirma que não houve acordo com governo e mantém paralisações

Líder da greve dos caminhoneiros afirma que não houve acordo com governo e mantém paralisações

Segundo Ivar luiz Schmidt, do Comando Nacional do Transporte, governo teria vazado uma falsa notícia

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greve-caminhao-hoemApós ser veiculado em diversas mídias que o governo federal teria chegado a um acordo com os caminhoneiros nas reuniões ocorridas na quarta-feira (25/2), em Brasília (DF), o chamado Comando Nacional do Transporte, uma das organizações que coordenam os protestos nas rodovias do Brasil, divulgou um vídeo nas redes sociais desmentindo a afirmativa.

No vídeo, o líder Ivar luiz Schmidt diz que os caminhoneiros foram enganados. Enquanto eles estavam em reunião no Palácio do Planalto, o governo teria vazado uma falsa notícia de acordo para o Jornal Nacional.

Confira o vídeo neste link.

No site do Ministério dos Transportes, foi publicado nesta quinta-feira (26/2) que o governo teria se comprometido a sancionar, sem vetos, a Lei do Motorista em troca dos desbloqueios nas rodovias. Quem afirmou a decisão foi o ministro da Secretaria Geral da Presidência, Miguel Rossetto, que deu coletiva após reunião com a categoria.

Como parte do acordo proposto pelo governo, também foi estabelecida uma carência de 12 meses para todos os financiamentos do BNDES Finame e Programa BNDES de Financiamento a Caminhoneiros (BNDES Pro-caminhoneiro). Isso significa a prorrogação dos pagamentos para os financiamentos novos e antigos durante um ano. Segundo ele, as medidas terão efeito imediato assim que os bloqueios forem levantados. Rossetto acrescentou que a Petrobras garantiu que não haverá aumentos do diesel nos próximos seis meses, porém não cogitou redução do preço do combustível, como solicitado.

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