Petrobras anuncia expansão de capacidade produtiva na Bahia

Objetivo da empresa é ampliar o fator de recuperação de petróleo em campos maduros da área; projeto prevê o aumento de instalações na região, perfuração de 26 poços de produção e 227 intervenções nos já existentes

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A Petrobras aprovou no dia 29/5 três projetos de investimento relacionados à Unidade de Operações de Exploração e Produção da Bahia. Os planos preveem a expansão de instalações da companhia na região, a perfuração de 26 poços de produção e 227 intervenções nos já existentes. O objetivo das operações previstas é ampliar o fator de recuperação de petróleo em campos maduros da área.

Esses projetos fazem parte do Plano de Negócios e Gestão para o período 2013-2017, que prioriza a continuidade da atividade exploratória nas áreas das concessões vigentes, buscando i ncorporar reservas e produção. O baixo tempo de retorno e a rápida geração de caixa são as principais características dos projetos aprovados. Com isso, estima-se o crescimento da produção de petróleo e gás de concessões maduras, abrangendo os campos de Miranga, Água Grande, Taquipe e Candeias, dentre outros.

O Recôncavo conta com o primeiro campo de petróleo com produção comercial no Brasil. A produção em Candeias foi iniciada em dezembro de 1941. Batizado de Candeias-01, o poço descobridor daquela jazida está em produção até hoje e opera de forma automatizada.

A Petrobras prevê aplicar, no período de 2013 a 2017, aproximadamente R$ 3,2 bilhões entre investimentos e custos operacionais para garantir a manutenção estável da produção no estado da Bahia em torno de 50 mil barris de petróleo por dia e 8 milhões e 300 mil m3/d de gás.

Nos últimos cinco anos, as atividade s da Petrobras na Bahia permitiram um recolhimento de cerca de R$ 1 bilhão e 650 milhões em Participações Governamentais (Participação Especial, Royalties, pagamento a proprietários de terras, taxas de retenção e pesquisa e desenvolvimento) aos cofres do Estado da Bahia e dos municípios. Neste período, foram pagos mais de R$ 11 bilhões e 500 milhões de ICMS e ISS, resultantes dos contratos de fornecimento de bens e serviços de fornecedores locais.

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