Volvo celebra 85 anos de fabricação de caminhões

Volvo celebra 85 anos de fabricação de caminhões

Primeiro caminhão da marca saiu da linha de montagem em 1928 na Suécia e, desde então, montadora construiu uma história de tecnologia e conquista dos mercados. Presente no Brasil desde 1977, com fábrica no Paraná, montadora está entre as preferidas dos frotistas e autônomos

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A Volvo comemora em 2013 os 85 anos de sua história na produção de caminhões. O primeiro caminhão a sair de sua linha de montagem, na Suécia, ganhou as ruas em 1928, com diferenciais de conforto para o motorista, como cabine fechada e pneus diferentes dos de borracha sólida.

Desde então, a montadora sueca, que faz parte de um dos maiores grupos fabricantes de caminhões no mundo, desenvolveu diversas linhas de veículos e conquistou mercados, incluindo o Brasil, onde aportou em 1977, com a construção de sua fábrica paranaense.
Para comemorar esta data tão importante, a Volvo está lançando uma série especial limitada do caminhão FH batizada de Time Machine. Segundo a empresa, serão fabricadas apenas 85 unidades do caminhão, que traz alguns itens exclusivos para celebrar o marco histórico.

“Esta série especial marca o grande sucesso dos caminhões Volvo, atualmente líder no mercado brasileiro de veículos comerciais pesados”, declara Roger Alm, presidente do Grupo Volvo América Latina. O Time Machine pode ser vendido com as opções de motorização 460cv e 540cv, as mais procuradas pelos transportadores brasileiros.

A edição especial vem com adesivação do emblema Time Machine nas laterais, bancos de couro com descansos para braços bordados, banco do motorista com memória para três posições, ajustes elétricos de distância, aquecimento e ventilação e ajuste pneumático e lombar. As portas são revestidas em couro e bordadas com as mesmas características dos adesivos externos. O volante é revestido em couro, com bordados em laranja, e a alça de acesso à cabine é revestida em couro laranja.

Entre os itens que equipam o caminhão está a caixa de câmbio eletrônica I-Shift e as tecnologias LKS (Lane Keeping System, ou monitoramento das faixas da rodovia), um dispositivo que alerta o motorista caso o veículo saia da faixa de rodagem; o LCS (Lane Change Support, ou sensor de ponto cego), um mecanismo com um radar que informa se há um objeto na lateral direita do caminhão, quando o veículo está trocando de faixa; e o VEB500 (Volvo Engine Brake, ou Freio Motor Volvo), com 500cv de potência.

Histórico da marca

Confira, década a década, os modelos que marcaram a história dos caminhões Volvo

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Ao longo das décadas, a Volvo foi incorporando novas tecnologias e inovações a seus caminhões, lapidando seus produtos para que chegassem à década de 2010 como um dos caminhões mais modernos e funcionais em produção no País. Quando nasceram, nos anos 1920, o diferencial dos caminhões Volvo foi a substituição da transmissão por correntes e os pneus de borracha sólida por pneumáticos e transmissão por eixo, além da cabine fechada.

Nos anos 1930, a novidade foi a incorporação dos motores a diesel nos caminhões da marca, que também traziam freios hidráulicos e rodas com aros de aço, em vez de madeira, um costume na época. A década de 1940 trouxe, além destas inovações, as tecnologias para a produção dos primeiros caminhões fora de estrada.

Nos anos 50, os rudimentares motores a gasolina e a diesel com câmaras de pré-combustão foram substituídos por eficientes propulsores diesel com injeção direta. A Volvo trouxe o motor com turbo-compressão, contribuindo para o início do uso de composições maiores de caminhões e aumento da capacidade de carga.

A década de 1960 trouxe a melhoria nas estradas em redor do mundo e, com isso, os caminhões Volvo passaram a ser equipados com cabines com sistemas de suspensão de borracha, assentos do motorista com suspensão e maior visibilidade externa. Na década seguinte, os anos 70, a montadora criou os projetos dos caminhões F10 e F12.

Na década de 80, quando os Volvo passaram a ser fabricados no Brasil, a empresa incorporou em suas linhas motores mais potentes e menos poluentes, além de sistemas de suspensão a ar, que trouxeram mais conforto para os motoristas.

A partir de 1990, a montadora passa a incorporar componentes eletrônicos e tecnologias da informação em seus caminhões, além de produzir motores mais potentes, com a introdução do motor D12. Nos anos seguintes, os caminhões ficaram mais potentes e a eletrônica começa a tomar conta dos projetos da montadora, que lançou ainda as novas linhas FH, FM e FMX, com diversas opções para as aplicações dos clientes.

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