Fusão entre Azul e Trip é aprovada com restrições

Empresa deverá extinguir em dois anos o compartilhamento de voos com a TAM e utilizar mais de 85% dos slots no aeroporto Santos Dumont, no Rio de Janeiro

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A fusão entre as aéreas Trip e Azul foi aprovada pelo Conselho Administrativo de Defesa Econômica (CADE), com duas restrições. Uma delas é a obrigatoriedade de extinguir, em um prazo de dois anos, os voos compartilhados com a TAM.

A outra restrição é a utilização de mais de 85% dos slots da Azul no aeroporto Santos Dumont, no Rio de Janeiro. A fusão entre Trip e Azul foi anunciada em maio do ano passado e prevê 66% das ações da holding para a Azul e 34% para a Trip.

Com a fusão, a Azul se transforma na maior companhia aérea do Brasil, com market-share de 16,4%, 118 aeronaves operando voos para 102 destinos e 9 mil funcionários.

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