Gristec revela os dez mandamentos da prevenção ao roubo de cargas

Gristec revela os dez mandamentos da prevenção ao roubo de cargas

Segundo a entidade, gerenciamento é a alternativa mais eficaz, mas requer cuidado no momento de contratar o serviço

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De acordo com a Fenabrave (Federação Nacional de Veículos Automotores), o mercado de caminhões novos obteve acréscimo de mais de 15% no acumulado de janeiro a setembro de 2011, em comparação com o mesmo período do ano anterior, atingindo 129.742 unidades emplacadas. Com isso, cresce também a demanda por transporte rodoviário de carga, além das precauções para evitar prejuízos e avarias.

Para acompanhar esta realidade, os transportadores vêm estudando uma série de possibilidades para tornar mais segura a atividade de transporte de cargas, sendo que o gerenciamento de risco é a alternativa mais eficaz.

Segundo Cyro Buonavoglia, presidente da Gristec (Associação Brasileira das Empresas e Gerenciamento de Riscos e de Tecnologia de rastreamento e Monitoramento), o gerenciamento começa no momento em que se contrata o frete, passa pela seleção do colaborador e só termina com a entrega da carga no destino certo.

Atualmente, este mercado oferece vários mecanismos de segurança disponíveis para reduzir as ações criminosas, como: monitoramento 24 horas e em tempo real das cargas, programa de prevenção de ocorrência de acidentes veiculares, escolta 24 horas e análise do perfil e consultas sobre motoristas carreteiros.

Buonavoglia também pontou alguns detalhes que podem ajudar no combate ao roubo de cargas e na segurança do transportador. Confira abaixo:

  • Contratar uma gerenciadora de riscos experimentada, para elaboração de um plano de prevenção;
  • Conhecer o perfil do profissional a ser contratado;
  • Conhecer o histórico do veículo a ser contratado relacionado a eventos de roubo;
  • Instalar tecnologia de rastreamento, acompanhada por uma central de monitoramento;
  • Abastecer o veículo antes do carregamento;
  • Selecionar as rotas previamente e evitar viagens noturnas;
  • Parar em postos de serviços com infraestrutura de segurança;
  • Não aceitar fretes sem o conhecimento do perfil de risco da mercadoria a ser transportada;
  • Não aceitar fretes para destinos desconhecidos sem um estudo prévio de risco;
  • Não traçar comentários com pessoas, sejam elas conhecidas ou desconhecidas sobre as características da carga que está transportando.

 

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