Aeroporto de Chapecó é a bola da vez

O terminal se encaixa em uma máxima da aviação regional

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Além de Navegantes, que atende a região de Blumenau, outro aeroporto que desperta o interesse das companhias aéreas é o de Chapecó. O terminal se encaixa em uma máxima da aviação regional.

– Em trecho com mais de 500 quilômetros, que liga polos regionais, pode pôr avião que funciona – observa Renato Pascowitch, diretor-executivo da Oceanair.

Importante centro do agronegócio catarinense, a cidade fica a sete horas de carro e 11 de ônibus de Florianópolis. Voando, a viagem não dura mais do que 45 minutos de avião, com tarifas bastante competitivas em relação às passagens rodoviárias.

Administrado pela prefeitura de Chapecó, o terminal tem movimento médio de 16 mil passageiros/mês, o que o coloca bem próximo do aeroporto de Joinville – 17,3 mil passageiros/mês em 2009.

Por enquanto, operam em Chapecó a Gol, a Oceanair e a pequena NHT. A Trip pretende se juntar ao grupo o mais rápido possível. Para isso, depende da ampliação do pátio de estacionamento de aeronaves, que terá de dobrar de tamanho, segundo determinação da Anac.

– A base está pronta, temos profissionais de atendimento aeroportuário contratados e treinados – diz Evaristo de Paula, diretor de Marketing e Vendas da Trip.

O diferencial da companhia será um voo direto entre Chapecó e Campo Grande (MS), com escala em Londrina e Maringá. Outras empresas estão na lista de interessadas.

– A Azul pode vir até o fim do ano. Em janeiro, a TAM solicitou informações. E nós entramos em contato com a Webjet para uma linha Porto Alegre–Chapecó–Curitiba. A empresa ficou interessada em conhecer a nossa infraestrutura – revelou o administrador do terminal, João André Marafon.

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