Simulação de acidente com carga perigosa na SP-332 mobiliza polícia e equipe da Rota das Bandeiras

O tempo atingido no resgate foi classificado como excelente pelos técnicos da concessionária Rota nas Bandeiras, responsável pela administração do corredor Dom Pedro I

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Acidente na rodovia SP-332 (Gal. Milton Tavares de Souza) envolvendo uma motocicleta, um veículo de passeio, um caminhão caçamba e dois caminhões tanque. Seria um trágico evento, se não se tratasse de uma simulação. Em apenas nove minutos, os dois “feridos” foram retirados dos veículos e atendidos no hospital de Paulínia (SP).

O tempo atingido no resgate foi classificado como excelente pelos técnicos da concessionária Rota nas Bandeiras, responsável pela administração do corredor Dom Pedro I, em São Paulo, que inclui a SP-065 (Rodovia Dom Pedro I) e trechos das rodovias SP-332, SP-083, SP-360 e SP-063. A agilidade nos procedimentos demonstrou que as equipes de socorro estão preparadas para atender os acidentes com cargas perigosas, envolvendo vítimas em qualquer estado.

De acordo com os técnicos da SOS Cotec, da Defesa Civil de Paulínia e a equipe do Corpo de Bombeiros, a ação de contenção foi positiva, pois não causou nenhum dano ao meio ambiente. “Desde seu primeiro dia de trabalho a Rota das Bandeiras assumiu a responsabilidade inalienável de garantir a segurança dos usuários de suas rodovias e a preservação ambiental da região”, diz Sidney dos Passos Ramos, diretor-presidente da Rota das Bandeiras.

Realizada em conjunto com a  SOS Cotec e as transportadoras Garbrás, Petrominas, Transbitar, Trans Celestial e Trans Postos, a simulação do acidente  com carga perigosa faz parte do Programa de Gerenciamento de Riscos para Acidentes com Produtos Perigosos da concessionária e do seu Plano de Ação de Emergência. A Polícia Militar Rodoviária também acompanhou a ação.

Foram 46 os profissionais envolvidos, sendo 14 da Rota das Bandeiras, 10 da Polícia Militar Rodoviária, 20 das empresas participantes e dois da Defesa Civil. A Rota das Bandeiras colocou em ação duas das suas ambulâncias, sendo uma delas a UTI móvel.

No total, a operação durou 50 minutos, sendo os feridos transferidos em apenas 9. A ação de contenção da carga derramada (etanol) foi  realizada em menos de 15 minutos. A ação do pessoal envolvido foi rápida e isso impediu seu vazamento por completo. “O tempo de resgate, o tempo total da operação, a eficiência da contenção do vazamento e da administração do tráfego da região do acidente atingiram um elevado padrão que a Rota das Bandeiras não apenas exige como tem o compromisso de manter e, sempre que possível, melhorar”, conclui Ramos.

Por: Bruno Martins – Redação Portal Transporta Brasil

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