Porto de Itajaí vai assumir dragagem

Serão gastos R$ 3,6 mihões

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A conclusão da dragagem dos resíduos da enchente de novembro no Rio Itajaí-Açu sobrou para o Porto de Itajaí.

O porto municipal terá de desembolsar, no mínimo, R$ 3,6 milhões, em caráter emergencial, para o canal portuário voltar a ter as profundidades anteriores à tragédia, que eram de 11 metros no rio e 12 metros na saída do canal.

A medida terá de ser tomada pela superintendência do porto porque o contrato de dragagem firmado entre o governo federal e o Consórcio Draga Brasil chegou ao fim esta semana. As dragas chinesas que operavam no complexo portuário pararam dia 28.

A Secretaria Especial de Portos, do governo federal, confirmou sexta-feira que a empresa contratada já dragou o volume de sedimentos previsto no contrato inicial, de R$ 17,5 milhões, e também o correspondente a um aditivo de 50% da obra, incluído no contrato pela SEP em 18 de abril.

Trabalho não atingiu as profundidades necessárias

O grande problema, segundo o superintendente do Porto de Itajaí, Antônio Ayres dos Santos Júnior, é que o resultado do trabalho de quatro meses feito pelo Consórcio Draga Brasil não atingiu as profundidades necessárias em diversos pontos. Faltariam ser retirados ainda 300 mil metros cúbicos.

– Vamos tentar um novo convênio com o governo federal, mas vamos terminar a obra primeiro. O grande erro desta dragagem foi a contratação por volume removido.

O porto tem a intenção de contratar o Consórcio Draga Brasil, até o início da próxima semana, para terminar o trabalho em 15 dias. Uma das dragas chinesas continua atracada em Itajaí. Desta vez, o contrato deve prever a profundidade do canal.

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