Transportadora de petróleo pensa em evitar Suez

"Claro que, como muitos dos membros desse setor, demos instruções a nossos navios para que fiquem o mais perto possível do Iêmen e o mais longe possível da Somália", afirmou o diretor-executivo da Frontline, Martin Jensen, à agência de notícia Reuters

ALL aumenta lucro em trimestre atípico
Terminal de cargas deve ser entregue em agosto de 2010
TomTom, gigante do GPS, chega ao país

Uma das maiores empresas de navios-tanque do mundo, a norueguesa Frontline, “avalia seriamente” a possibilidade de sua frota evitar o Golfo de Áden e o Canal de Suez devido às ações piratas naquelas regiões. “Claro que, como muitos dos membros desse setor, demos instruções a nossos navios para que fiquem o mais perto possível do Iêmen e o mais longe possível da Somália”, afirmou o diretor-executivo da Frontline, Martin Jensen, à agência de notícia Reuters. Responsável por transportar grande parte do petróleo vindo do Oriente Médio para os mercados europeus e norte-americano, a empresa avalia, também, adotar “medidas mais drásticas” contra a pirataria.

COMMENTS