Empresários que operam no Porto de Santos já indicam problemas gerados pelas restrições em SP

Restrições aos caminhões em São Paulo já têm reflexos negativos no Porto de Santos, que recebe mais de 10 mil caminhões por dia

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Em um encontro realizado hoje na cidade de Santos com as participações de empresários dos setores de transporte de cargas e logística, entidades de classe destes setores e representantes da Codesp (Companhia Docas do Estado de São Paulo), os operadores de cargas que atuam no Porto paulista apontaram alguns problemas gerados já no segundo dia do rodízio aos caminhões na cidade de São Paulo.

De acordo com reportagem da Tribuna On Line, o intuito do encontro foi debater os transtornos causados pela restrição, que impede que veículos de carga transitem livremente na Capital, com horários restritos para sua circulação. Segundo a reportagem, o Porto de Santos encontra-se em um de seus períodos de pico de cargas, com o auge das safras de açúcar e soja, cenário ainda mais preocupante devido ao grande volume de caminhões que acessam o Porto.

Conforme a Codesp, cerca de 10 mil caminhões acessam o Porto de Santos todos os dias e o rodízio em São Paulo deve atingir pouco mais de 15% desta frota. Paulo Moreira Vicente, diretor de Infra-Estrutura da Codesp, pediu aos participantes da reunião que levantem os problemas pontuais gerados pela restrição e repassem ao órgão para que medidas possam ser tomadas.

Como resultado da reunião, os empresários e especialistas apontaram como principais problemas, apesar de ainda estarmos no segundo dia do rodízio, a falta de locais adequados para que os veículos carregados com produtos perigosos esperem para atravessar a cidade e a falta de assiduidade acarretada pelas restrições para os veículos com horários fixos de entrada e saída.

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